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O Homem, a Besta e a Virtude

  • Foto do escritor: Teatro Folha
    Teatro Folha
  • 9 de dez. de 2020
  • 1 min de leitura

Esta segunda encenação brasileira (a primeira, de 1962, dirigida por Gianni Ratto, reunia Fernanda Montenegro e Ítalo Rossi) é uma bem-sucedida associação de velhos parceiros. O diretor Marcelo Lazzaratto atendeu ao convite de Débora Duboc, sua ex-parceira no grupo Razões Inversas, e convocou seu primeiro discípulo, Gabriel Miziara, que no papel central leva a peça nas costas com desenvoltura. Élcio Nogueira Seixas, que se diverte como o marinheiro, e os ágeis Thiago Adorno e Luis Alex Tasso completam o elenco afinado, que se desdobra em personagens.

É um prazer em dobro ver Duboc passar da doce Pernella à escrachada criada, como duas faces da mesma moeda, assim como ver as diferentes imposturas de Paolino, que Miziara torna irresistível. A semelhança física entre Adorno e o Alberto Sordi, e a pesquisa com o cinema cômico italiano dos anos 50, associados aos belos figurino e cenário de Samuel Abrantes e à trilha de Gustavo Kurlat e Ruben Feffer, tornam o espetáculo imperdível.

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